sexta-feira, 24 de abril de 2009

ELEITA MESA DIRETORA DA CGADB PARA O QUADRIÊNIO 2009-2013.

Como já noticiamos com certa antecipação o Pastor José Wellington Bezera da Costa foi reeleito Presidente da Mesa Diretora da CGABD:
Os demais componentes são:

Vices
1º vice – Silas Malafaia (RJ);
2º vice – Ubiratan Job (RS);
3º vice – Sebastião Rodrigues (MT);
4º vice – Gilberto de Souza (PA);
5º vice – José Neco dos Santos (AL).

Tesoureiros
1º tesoureiro – Antônio Silva Santana (SP);
2º tesoureiro – Josias de Almeida (SP).

Secretários
1º secretário – Isaías Coimbra (RJ);
2º secretário – Arcelino Melo (SC);
3º secretário – Antonio Dionízio (MS);
4º secretário – Isamar Ramalho (RR);
5º secretário – Roberto José dos Santos (PE).
Fonte: Fronteira Final

domingo, 8 de março de 2009

A Doutrina da Redenção em Cristo

Domingo, 08 de Março de 2009

Definida pelo dicionário Aurélio, a palavra resgate é “o ato de livrar do cativeiro, ou de dívida, por meio de pagamento em dinheiro ou outro valor; remir; libertar”. Já a palavra redenção, é definida como sendo “o ato capaz de livrar ou salvar alguém de situação aflitiva ou perigosa; e, em sentido religioso, é a salvação oferecida por Jesus Cristo na cruz, com ênfase no aspecto da libertação da escravidão do pecado.”

De modo semelhante, a Palavra de Deus nos revela o significado dessas palavras, relacionando-as ao projeto eterno de Deus, em Cristo Jesus. No Antigo Testamento a palavra redimir é tradução de duas palavras hebraicas. A primeira era usada para indicar o pagamento em dinheiro, exigido por lei, para a redenção dos primogênitos (Êx.13:2,11-16), ou seja, o resgate que isentava aos israelitas da obrigação de que cada primogênito, homem ou animal, fosse separado para Deus (Nm.3:46-49; 18:15ss). A segunda era usada para indicar o livramento de pessoas da servidão (Êx.21:8; Lv.25:47-49). Indicava, ainda, a recuperação de propriedades que houvessem passado para outras mãos (Lv.26:26; Rt.4:4ss), bem como a comutação de um voto (Lv.27:13,15,19,20), ou de um dízimo (Lv.27:31). Em um caso de homicídio, um parente tinha o direito de redimir (vingar) o sangue da vítima (Nm.5:8; 1Re.16:11).

Um aspecto interessante do significado destas palavras, está relacionado com o ano do jubileu. Quando alguma família perdesse o direito de usufruir de um terreno, por causa de dívida, por exemplo, este lhe deveria ser devolvido no ano do jubileu, a cada cinqüenta anos (Lv.25:8-17). Para isso, antes desse ano, um parente mais próximo tinha o direito e a responsabilidade de remir a propriedade, liqüidando a dívida e restaurando-a a seus donos originais (25:23ss). Noemi chamou o filho nascido a Boaz e Rute de Obede (redentor), porque a livrara do opróbrio de não ter herdeiro masculino sobrevivente (Rt.4:14). Todos esses fatos têm relação direta com o Senhor Jesus Cristo.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O NEGRO NA BÍBLIA

"A Bíblia tem a cor de todas as culturas; é contemporânea de todas as eras. Ela é um livro apaixonadamente humano e comprovadamente divino."

Até a construção do Canal de Suez, não se fazia distinção entre as terras bíblicas. O cenário da atuação divina ia do Nilo ao Eufrates. Para o faraó, a península do Sinai ainda era Egito, e o Egito nunca deixou de ser África. Deste continente, também fazia parte Israel. Aos olhos de Mizraim, os hebreus eram uma nação mais africana que semita.

Esta visão haveria de perdurar até 1859, quando o engenheiro francês Ferdinand de Lesseps pôs-se a construir o Canal de Suez. A partir daí, foi a África separada não somente geográfica, mas sobretudo histórica, cultural e antropologicamente do que hoje chamamos Oriente Médio. De repente, aquela milenária extensão da África passa a figurar nos mapas como se fora Ásia.

Consequentemente, muitos cristãos deixaram de atentar para um fato importantíssimo: Israel é uma nação tão africana quanto semita, e a mensagem que legou ao mundo teve, como prelúdio, o continente negro. Se tais nuanças não são percebidas pelos leitores da Bíblia, atentemos à explícita participação do negro na História Sagrada. A fim de que a nossa visão se torne mais clara, é mister que comecemos por derrubar alguns mitos tidos como dogmas.

1. Mitos dogmáticos ou dogmas mitológicos?

Já disseram que a cor negra é o sinal que o Senhor colocara em Caim por haver este matado a Abel, seu irmão (Gn 4.15). Outros, interpretando de maneira equivocada a profecia enunciada por Noé aos seus filhos, alimentam a hipótese de que o negro surgiu por causa da maldição imposta pelo patriarca sobre a irreverência de Cam (Gn 9.25).

Erudição alguma é necessária para se constatar a incongruência de tais mitos. Uma leitura atenta e descompromissada do Livro Santo há de mostrar que semelhantes teses não resistem a um exame mais atento. Teológica e historicamente, são falhas, dúbias, perniciosas.

Da História sagrada, infere-se ter sido toda a descendência de Caim destruída pelo Dilúvio. Além disso, a marca que pôs o Senhor no homicida não foi a cor, e, sim, um ideograma, denunciando-lhe o crime. Quanto ao caçula de Noé, o texto do Gênesis não comporta dúvidas: apenas um ramo dos camitas foi amaldiçoado: os cananeus. E a maldição cumpriu-se quando os hebreus tomaram-lhes as terras no século 15 aC. Os outros filhos de Cam são mencionados na Bíblia como nações fortes, poderosas e aguerridas. Haja vista o Egito, a Etiópia, a Líbia e as cidades de Tiro e Sidom.

De acordo com a concepção hebraico-cristã, não há nenhuma maldição em ser negro nem bênção alguma em ser branco. A bem-aventurança reside em se guardar os mandamentos de Deus, praticar a justiça e observar a beneficência:

"... Deus não faz acepção de pessoas; Mas que lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e obra o que é justo.", At 10.34-35.

2. A África no índice Bíblico das Nações

Conhecido como o índice das Nações, o capítulo 10 do primeiro livro da Bíblia faz referências a pelo menos três grandes nações africanas: Cuxe, Mizraim e Pute (Gn 10.6). Ou seja: Etiópia, Egito e Líbia. Apesar das muitas tribulações de sua história, estes povos vingaram: no passado, império; no presente, o vivo testemunho do vigor das civilizações negras.

Durante toda a História Sagrada, o Egito sempre foi temido como potência mundial. À Etiópia era uma nação tão aguerrida e expansionista que, no tempo dos reis de Judá, invadiu a Terra Santa com um exército de um milhão de homens (2Cr 14.9). Quanto à Líbia, era vista pela Assíria como um contrapeso às ambições babilônicas (Na 3.9).

Se coletivamente os africanos foram marcantes, individualmente destacam-se no texto bíblico.

3. A mulher negra de Moisés

No capítulo 12 de Números, lemos:

"E falaram Miriã e Aarão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara: porquanto tinha tomado a mulher cusita", Nm 12.1.

Não fora o contexto deste triste e lamentável episódio, seríamos levados a pensar que a profetisa e o sumo sacerdote hebreus eram tão racistas quanto os criadores do apartheid. Todavia, mostra-nos o desenrolar da história que a má vontade de ambos não tinha como motivação o fato de Moisés haver tomado uma negra por mulher. O que eles não toleravam eram os privilégios que o grande líder desfrutava junto a Deus. Como não achassem nenhuma falha no legislador, houveram por bem censurar-lhe a união inter-racial que, diga-se de passagem, não era algo incomum entre os israelitas. Afinal, não se unira Abraão com uma egípcia e com uma egípcia não se casara José?

4. Eu sou negra e aprazível

Como você imagina a Sulamita dos Cantares? Uma nórdica encontradiça nas pinturas sacras da Renascença italiana? E se você descobrisse que o maior poema de amor de todos os tempos foi dedicado a uma negra? Ficaria escandalizado? As filhas de Jerusalém indignaram-se quando Salomão elegeu a formosa pastora de Quedar como a predileta de seu coração.

Diante de tão descabida acepção, Sulamita protesta:

"Eu sou morena, mas agradável, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as cortinas de Salomão." (Ct 1.5)

Se o texto em português deixa alguma dúvida quanto à cor da formosíssima jovem, o texto inglês, apesar da infelicidade da partícula adversativa, é concludente: I am black but comely.

Esta tradução parece estar mais de acordo com o original hebraico.

5. O negro que ajudou a Jeremias

Jeremias profetizou no momento mais crucial e ingente do Israel do Antigo Testamento. Em breve, seriam os judeus entregues aos babilônios; perderiam em breve a soberania e em breve ficariam sem os mais caros símbolos nacionais e religiosos. É neste momento que aparece o profeta com uma mensagem impopular e nada patriótica: apregoa a submissão ao opressor e condena qualquer esboço de resistência.

Por causa de sua atitude, foi Jeremias lançado no calabouço de Malquias (Jr 38.6). E só não morreu porque um etíope chamado Ebede-Meleque intercedeu por ele junto ao rei Zedequias. Por sua corajosa postura, o negro Ebede é honrado até hoje.

6. Os negros no Novo Testamento

Muitos africanos ainda vêem a Igreja como típica empresa européia. Ainda se assustam com os pioneiros brancos e barbudos que, desde David Livingstone, cortam a negritude daquelas terras levando a mensagem do Cristo. Em sua origem, porém, a Igreja era tão multirracial quanto hoje.

No Dia de Pentecostes encontravam-se em Jerusalém, além dos gregos, romanos e asiáticos, várias nações negras: Egito, Líbia e Cirene. E, nestes países, o Evangelho floresceu de maneira surpreendente. Haja vista a Igreja de Alexandria. Dela sairiam os teólogos Orígenes, Clemente e Atanásio.

Lembremo-nos também do ministro da Fazenda da Etiópia que se converteu quando retornava ao seu país (At 8.26-38). Acredita-se ter sido com este eunuco que teve início a Igreja Copta.

7. Uma visão universal e transcultural da Bíblia

Durante vários séculos, a Bíblia foi vista como um livro exclusivamente branco e interpretado colonialisticamente pelas nações européias. Deste triste contexto, excetuamos os missionários que sempre tiveram uma visão universal e trans-cultural das Sagradas Escrituras.

Jamais nos esqueçamos de que a Bíblia começou a ser escrita na África. Não é um livro branco, como pensamos; ou exclusivamente negro. A Bíblia tem a cor de todas as culturas; é contemporânea de todas as eras. Ela é um livro apaixonadamente humano e comprovadamente divino.

Artigo publicado no Jornal Mensageiro da Paz de Dez/98 por Claudionor Corrêa de Andrade é pastor e chefe do Setor Hispânico da CPAD

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Andando sobre as turbulências da vida


Andando sobre as turbulências da vida

Versículo Chave: Mateus 14: 22-33

Qual foi a oportunidade que você mais sentiu medo? Qual a maior turbulência que você tem ou teve na sua vida?

Jesus era um homem atarefado, presumia-se sem tempo para nada. Mesmo assim dedicava um horário para Deus.

1. Nada é distante o bastante para Jesus nos alcançar ou desestimula-lo para isso.

Não importa quão distante estamos de Jesus, Ele sempre pode nos alcançar (v24);

Não importa o esforço ou a hora a qual Ele se propõe a isso (v. 25);

Apesar disso, temos medo em vários sentidos em aceitar o seu poder em nossas vidas (medo de não sermos aceitos, medo das circunstâncias) apesar das diversas vezes as quais Ele nos chama (v. 26 e 27);

2. Quando tomamos uma atitude, uma ação, Ele nos capacita.

Mesmo nas dificuldades fazemos proezas que antes pareciam impossíveis para ultrapassar as barreiras que nos impedem de ir ao Seu encontro (v. 28 e 29)

Ele só quer que o chamemos de amigo, que o aceitemos como Senhor e faz qualquer coisa para isso;

O Seu desejo é que estejamos perto Dele, não importando nada além disso.

3. Mesmo duvidando podemos ter o Seu apoio incondicional para sentirmos o Seu calor. (v. 31)

4. A recompensa dessa confiança é a calmaria e a paz do Seu encontro (v. 32)

Conclusão

- Não queira ser como os discípulos que ficaram esperando por algo que não ia acontecer deixando o poder passar.

- Tome uma atitude e caminhe sobre as adversidades.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

PERIGO PARA OS BLOGS!

Atenção blogueiros, alguns links de terceiros em forma de imagem, contadores ou textos, podem infectar o seu blog com parasitas que fazem com que spyware, malware e pop-ups indesejáveis (inclusive imagens pornográficas) apareçam na tela dos computadores dos leitores, podendo introduzir vírus. Por vezes os sintomas da infecção podem ser percebidos com uma linha verde que aparece abaixo de algumas palavras nos posts.

Passei por esta constrangedora dificuldade a pouco tempo, solucionando a partir das instruções técnicas do Blogger. Transcrevo abaixo as orientações:

"Se os leitores estiverem reclamando que seu blog está acionando anúncios, pop-ups ou downloads de software indesejados, mas você não estiver fazendo isso intencionalmente, é possível que um recurso adicional de terceiros em seu blog tenha incluído um código e efeitos adicionais que você não esperava quando o adicionou ao seu blog. Eles podem ter a forma de contadores, tagboards ou anúncios. Esses tipos de recursos adicionais violam os Termos de Serviço do Blogger e devem ser removidos. Para fazer isso, basta inverter o processo que você utilizou para adicionar o recurso. Provavelmente será necessário clicar em Editar HTML na guia Configurações Modelo, localizar o código correspondente ao recurso adicional e removê-lo. Se você possuir vários recursos adicionais de terceiros, talvez precise testar um por um. Se estiver usando o recurso de Layouts, pode ser possível simplesmente excluir o widget que contém o recurso adicional ofensivo."

Dessa forma, deletei algumas fotos e imagens, como também alguns links de terceiros nos posts e resolvi o problema.

Repassem este alerta!

A Leitura Devocional da Bíblia - Subsídio para Lição Bíblica



“A Bíblia não é um livro qualquer, mas sim uma Criatura Viva, com um poder que conquista tudo o que se opõe a ela.” (Napoleão Bonaparte)

“Eu acredito que a Bíblia é a melhor dádiva que Deus deu à humanidade. Todas as coisas boas do Salvador do Mundo nos são ditas através deste Livro.” (Abraham H. Maslow)

“Eu amo a Bíblia, leio-a todos os dias e, quanto mais a leio tanto mais a amo. Há alguns que não gostam da Bíblia. Eu não os entendo, não compreendo tais pessoas, mas, eu a amo, amo a sua simplicidade e amo as suas repetições e reiterações da verdade. Como disse, eu leio-a quotidianamente e gosto dela cada vez mais.” (D. Pedro II)

“Há mais indícios seguros de autenticidade na Bíblia do que em qualquer história profana.” (Isaac Newton)

“Um bom conhecimento da Bíblia vale mais do que uma educação superior. Quase todas as pessoas que com o trabalho de suas vidas acrescentaram algo para o conjunto das realizações humanas… basearam o seu trabalho grandemente nos ensinamentos da Bíblia.” (Theodore Roosevelt)

"A Bíblia vale a soma de todos os outros livros que já se imprimiram."( Patrick Henry )

"É impossível governar perfeitamente o mundo, sem Deus e sem a Bíblia."( George Washington )

"Se eu a coloco (a Bíblia) abaixo de todos os livros, ela é a que mantêm todos eles, se eu a coloco no meio dos outros livros, ela é a coração desses livros, e se eu a coloco em cima dos outros livros, ela é a cabeça e autoridade de todos os livros em minha biblioteca." (Rui Barbosa)

"Enquanto outros livros informam e poucos reformam, só este livro transforma."(A. T. Pierson)

1.O que é a Bíblia?

As respostas para essa questão tem sido ao longo dos séculos, dependendo do paradigma teológico, as mais diversas. Três, contudo, se destacam:

a) A visão Modernista ou Liberal. A Bíblia contém a Palavra de Deus. Paralela ao surgimento do movimento da crítica da Bíblia (1648), esta visão afirma que algumas partes da Bíblia são divinas, enquanto outras são humanas. Dessa forma, encontramos na Bíblia verdades eternas e equívocos humanos. Segundo Geisler e Nix (1997, p. 17) dois conceitos foram elaborados nesta concepção;

- O conceito de iluminação. Alguns estudiosos defendem que as “partes inspiradas” da Bíblia resultam de um tipo de iluminação divina, através do qual Deus teria concedido uma profunda percepção religiosa a alguns homens piedosos.

- O conceito de intuição. Aqui, os estudiosos chegam ao extremo de negar totalmente a presença de algum elemento divino da composição da Bíblia.

b) A visão Neo-Ortodoxa. O início do século XX foi marcado por uma nova reforma no na teologia européia. Alguns teólogos começam a valorizar a Bíblia, sem, contudo, abrir mão de suas visões críticas. Um novo tipo de ortodoxia é criado. A Bíblia torna-se a Palavra de Deus num encontro pessoal entre Deus e o homem. Duas correntes surgem:

- Visão demitizante. Tendo como defensores Rudolf Bultman e Shubert, afirma que a Bíblia foi escrita em linguagem mitológica, a da época de seus atores, tempo já passado e obsoleto. O amor sacrificial de Cristo, só pode ser realmente encontrado a medida que o crente despe a Bíblia de seus eventos e narrativas mitológicos.

- Encontro pessoal. Representada por Karl Barth e Emil Brunner, reconhece que apesar de algumas imperfeições no registro escrito, a Bíblia é a fonte de revelação de Deus para a humanidade. Deus nos fala mediante a Bíblia, que é um registro da revelação pessoal de Deus e não uma revelação em si mesma. Dessa maneira, ela torna-se a Palavra de Deus a medida que o homem se encontra com o criador lendo-a ou ouvindo-a.

c) A visão ortodoxa. A Bíblia é a Palavra de Deus. Esta é a opinião que prevaleceu por cerca de 18 séculos, e que, mesmo diante do surgimento da visão liberal e neo-ortodoxa, permanece viva em pleno século XXI. Na tentativa de conciliar a inspiração divina e o elemento humano presente através da escrita, duas teorias se destacam:

- Ditado Verbal. Defendida por John R. Rice, sustenta que Deus ditou sua Palavra respeitando a personalidade do autor humano. Para Rice, o ditado verbal não se trata de um ato meramente mecanicista.

- Conceitos inspirados. A. H. Strong apresenta uma idéia de que Deus teria inspirado os conceitos, não os termos literários utilizados por cada autor humano na escrita da Bíblia. O estilo particular de cada escritor é assim respeitado.

2. A Leitura Devocional da Bíblia

A leitura devocional da Bíblia precisa ser compreendida no contexto das várias leituras da Palavra de Deus:

a) A leitura litúrgica. É aquela realizada nos cultos e cerimônias religiosas, com o propósito de pregação, ensino ou reflexão.

b) A leitura formadora. Trata-se da leitura onde se busca aumentar o conhecimento pessoal dos princípios espirituais e morais, necessários para o crescimento e amadurecimento do cristão.

c) A leitura teológica. Este nível de leitura nos remete para uma reflexão mais sistemática das grandes doutrinas bíblicas, associada também aos textos filosóficos, históricos etc.

d) A leitura exegética. É a forma mais aprofundada de leitura. A compreensão do texto bíblico em si mesmo, juntamente com suas idéias, autoria, destinatários, forma literária, os termos originais, o contexto cultural, social, político, econômico, espiritual etc., estão presentes neste nível.

e) A leitura devocional. Através da leitura devocional, busca-se de forma espontânea alimento diário para a vida espiritual, respostas para nossos anseios, conforto e lenitivo para a nossa alma. Um diálogo com Deus é aqui, profundamente evidenciado.


A leitura devocional da Bíblia exige disciplina na vida cristã. Vivenciamos um momento histórico onde a inversão das prioridades pessoais, associada ao ativismo e a má administração do tempo, tem nos afastado cada vez mais, deste exercício tão essencial e salutar.


Referências

GEISLER, Norman; NIX, William. Introdução Bíblica: como a Bíblia chegou até nós. São Paulo: Vida, 1997.

SILVA, Cássio Murilo Dias da. Metodologia de exegese bíblica. São Paulo: Paulinas, 2000.

Lições Bíblicas: 2. trimestre de 2008. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

segunda-feira, 24 de março de 2008

IGREJA PARA TODOS OS GOSTOS

Fenômeno do crescimento evangélico no país dissemina a Palavra de Deus,

Qualquer pessoa que ande pelas ruas das grandes cidades brasileiras há de

ficar impressionado com a quantidade de igrejas evangélicas. São templos,
pontos de pregação, salas e até portinhas, onde o nome de Jesus é exaltado e
o povo de Deus reúne-se para exercer a sua fé. Símbolo da expansão do
segmento evangélico na sociedade brasileira, a proliferação de igrejas, se
por um lado possibilita a disseminação da Palavra de Deus, por outro, gera
situações curiosas. Há ruas com vários templos e até mesmo congregações que
funcionam coladas parede a parede. Agora, engraçado mesmo – com todo
respeito, claro! – é conferir o nome de algumas igrejas. Existe, por
exemplo, uma certa Assembléia de Deus Com Doutrinas e Sem Costumes, no
subúrbio do Rio de Janeiro. No interior de Minas, funciona a Igreja
Evangélica A Última Trombeta Soará. Isso sem falar na Igreja Cuspe de
Cristo, em São Paulo.
Pode-se discutir o gosto de quem inventa tais nomes, mas o fato é que os
aproximadamente 26 milhões de evangélicos brasileiros têm à disposição um
variadíssimo cardápio de opções para filiação religiosa. Curiosos, bizarros
e imaginativos, os nomes de igrejas, digamos, originais, compõem uma extensa
lista: há, por exemplo, a Igreja Pentecostal Alarido de Deus, de Anápolis
(GO), cujos cultos não devem ser nada silenciosos; a Igreja Evangélica Deus
Pentecostal da Profecia, de São Mateus (ES), que não deixa dúvidas sobre o
caráter avivado do povo que se reúne ali; ou ainda a Igreja Evangélica Vida
Profunda, da Itaperuna (RJ), onde o crente, já na entrada, recebe um
estímulo para deixar de lado a superficialidade na sua relação com Deus. Já
a Igreja da Revelação Rápida parece ter sido feita de encomenda para os
fiéis mais apressadinhos. Há ainda muitas outras (ver quadro), quase sempre
pequenas denominações pentecostais dirigidas por líderes leigos, onde o que
vale é a espontaneidade litúrgica e uma boa dose de improvisação.
Mais do que simples tendência, a proliferação das igrejas evangélicas, há
alguns anos, já chama a atenção como fenômeno sociológico. Nos anos 90, o
Instituto Superior de Estudos da Religião (Iser) debruçou-se sobre os
números e chegou a uma conclusão de espantar: só no Grande Rio, cinco novas
igrejas surgiam... por semana! E as coisas só aumentaram de lá para cá.
Números confiáveis não existem, mas levantamentos realizados por entidades
missionárias apontam para a existência de cerca de 150 mil templos e casas
de culto evangélicas no país. “Hoje, há uma média de 1,5 mil pessoas por
igreja no Brasil”, diz o pesquisador Louranço Kraft, do Serviço para a
Evangelização da América Latina (Sepal). Claro, elas concentram-se nos
centros urbanos. Em regiões como a Amazônia ou o interior do Nordeste, a
presença evangélica permanece extremamente rarefeita. Razões para tanto
crescimento não faltam – além do evangelismo ostensivo, responsável por
novas conversões, as igrejas evangélicas costumam receber muitos ex-fiéis de
outras confissões, como o catolicismo e o espiritismo.
Há ainda outro aspecto – a ruptura com antigos dogmas, como restrições
quanto a usos e costumes e normas rígidas de vestuário. “Os evangélicos
aboliram a vida ascética que antes preconizavam”, avalia o doutor em
sociologia Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais – Sociologia do
novo pentecostalismo no Brasil (Edições Loyola). Segundo ele, os crentes,
cada vez mais adaptados à sociedade, conseguem fazer seu discurso penetrar
com mais facilidade, atraindo novos adeptos até mesmo em setores das classes
média e alta, tradicionalmente mais avessos à mensagem do Evangelho.
Bem menos acadêmico, mas igualmente sintomático, é o estudo desenvolvido por
Orlando Corrêa Neves Castor, 17 anos, estudante de tradições e cultos
religiosos. Ele, que mora em Teresópolis (RJ), criou um site sobregrejas com
nomes curiosos (www.igrejologia.hpg.ig.com.br). Evangélico, o rapaz conta
que a idéia de elaborar a página virtual veio depois de ver tantos nomes
diferentes de igrejas. “Comecei o trabalho procurando em listas telefônicas
de vários estados”, conta. “Depois, muitas pessoas se interessaram e
começaram a mandar colaborações para a lista. Alguns nomes adotados são bem
exóticos.”
“Sede mundial” – Segundo Orlando, a maioria das igrejas com este perfil tem
localização restrita, ao contrário das denominações mais antigas e
tradicionais, como Metodista, Quadrangular ou Luterana, cuja abrangência é
nacional. “Noventa por cento delas funcionam em pequenos imóveis alugados,
em bairros pobres”, comenta o estudante. No meio do bolo, há uma
proliferação desenfreada de congregações evangélicas, muitas delas
funcionando sem alvará e à margem de outras exigências legais. “Além disso,
a falta de cultura e informação de seus criadores é patente”, aponta. Como
exemplo, ele cita uma certa Igreja Evangélica Muçulmana Javé É Pai, e outra,
tão bizarra quanto: Igreja Cristã Evangélica Espírita Nacional. “Nos dois
nomes há união de religiões que não se relacionam entre si. Como um
evangélico pode ser muçulmano ou espírita ao mesmo tempo?”, indaga.
Orlando não esconde que o objetivo do bem humorado levantamento que fez é,
também, “criticar abusos praticados em nome da fé das pessoas”. Há pouco
tempo, o jornal carioca Balcão, especializado em classificados de todo tipo
– ali vende-se varas de pesca, violoncelos, apartamentos, coleção de gibis
do Homem-Aranha e tudo o que se possa imaginar –, publicou um anúncio
esquisitíssimo. Anunciava-se a oferta de uma igreja evangélica, equipada com
som e móveis e que tinha “cerca de 200 membros”, que talvez jamais
imaginassem virar objeto de uma transação do gênero. O problema é que fica
muito difícil separar o trigo, ou seja, aqueles crentes sérios cujo objetivo
ao abrir uma igreja é simplesmente atender um chamado divino e fazer a obra
do Senhor, do joio – no caso, os picaretas que vêem a criação de uma
congregação apenas como opção de negócio.


A multiplicação de igrejas só acontece porque, no Brasil, é muito fácil
abri-las. É o que diz Rubens Moraes, 71, pastor da Assembléia de Deus de
Madureira, no Rio. Ele também é contador e trabalha há quase 40 anos na área
de legalização de entidades evangélicas. “Para se abrir uma igreja, não é
necessário muita coisa”, explica. “Junta-se uma diretoria composta por oito
pessoas; depois convoca-se uma reunião para emitir a ata de fundação. A
partir daí, basta elaborar o estatuto e registrá-lo no cartório”, ensina.
Com este registro, é possível solicitar o cartão do Cadastro Nacional de
Pessoas Jurídicas, o CNPJ, o que pode ser feito até pela internet.
Segundo Rubens, todo o processo é baratíssimo. “Se o próprio interessado
quiser fazer tudo, vai desembolsar cerca de R$ 250. Caso prefira contratar
um contador, o gasto fica entre 600 e mil reais.” Isso, claro, se o
empreendedor não preferir fazer tudo clandestinamente e atuar ao arrepio da
lei. Especialista no assunto – ele é autor do livro Legislação para igrejas
e entidades sem fins lucrativos, editado pela CPAD –, Rubens Moraes admite
que não há como exercer controle sobre quem resolve criar uma igreja. “A lei
permite a abertura por qualquer pessoa, mas não pode avaliar os interesses e
a seriedade de cada um. Isso abre oportunidades para os aventureiros.” Ele
conta que foi procurado recentemente por uma empresária que decidiu colocar
uma igreja em seu nome. “Ela construiu, com o seu dinheiro, a comunidade.
Apesar de não ser pastora nem nada, ela tem direito de tornar-se presidente
da obra.”
Outra estratégia muito utilizada, até mesmo em busca de legitimidade, é a
inclusão do nome de uma denominação já conhecida. É grande a quantidade de
comunidades independentes que adotam, por exemplo, nomes como “Assembléia de
Deus de tal-tal-tal, ou “Igreja Batista disso-ou-daquilo”, mesmo sem ter
quaisquer vínculos com as convenções batistas ou assembleianas
estabelecidas. “Este tipo de procedimento nos incomoda bastante, inclusive
porque não temos qualquer controle sobre a doutrina ou liturgia praticada
nestas igrejas”, comenta um pastor ligado à Convenção Batista Fluminense
que, para evitar constrangimentos de parte a parte, pediu para não ser
इदेंतिफिकादो
Ele diz que a entidade já teve problemas com isso – segundo o pastor, houve
casos, por exemplo, de fiéis dessas igrejas de linha independente buscarem
algum tipo de satisfação por desvios de conduta de seus líderes. “A marca
‘Igreja Batista’ é respeitada até mesmo fora dos meios evangélicos. Então,
há pessoas que se aproveitam disso e usam o nome de nossa denominação para
passar credibilidade.” Interessante, também, é a megalomania encerrada em
nomes grandiloqüentes, tais como “sede mundial” ou “ministério
internacional”. Às vezes, igrejinhas que possuem um único templo ostentam,
orgulhosas, placas com tais dizeres. Isso quando o nome do mandachuva não
aparece em letras garrafais, às vezes, maiores até do que os nomes “Deus” ou
“Jesus”.
Bacalhau com feijoada – O professor Paulo Donizéti Siepierski, 43 anos,
crente batista de Recife (PE) e membro da Associação Brasileira de História
das Religiões, aponta noutra direção. Para ele, a criatividade dos nomes é
fundamental para o sucesso do empreendimento. “A concorrência no ‘mercado
religioso’ tornou-se bastante acirrada nos últimos anos. Então, a
necessidade de se diferenciar neste ‘mercado’ passou a ser imperativa”,
explica. Paralelamente, salienta o estudioso, ocorreu uma crise de
fidelidade no denominacionalismo. “Uma vez que as pessoas não estão mais
buscando respostas convencionais, como as que as igrejas históricas oferecem
em suas confissões de fé, mas ao contrário, estão atrás de uam espécie de
bricolagem, passou a ser natural que os próprios nomes das novas igrejas
simbolizassem tal possibilidade.”
Irônico, o professor usa como comparação os restaurantes de comida a quilo.
“No restaurante tradicional, você recebe um cardápio com pratos já montados;
no de refeições por quilo, o cliente é quem escolhe a combinação de
alimentos, por mais contraditório que possam parecer. Dá até para misturar
bacalhau com feijoada.” Sipierski vai além: para ele, a sobrevivência da
nova igreja dependerá em grande parte da capacidade em expressar, através de
seu nome, aquilo que ela pensa ser sua vantagem comparativa em relação à
concorrência. “Precisamos entender que as pessoas não estão em busca de uma
doutrina supostamente correta. Hoje, muitos buscam solução para seus
problemas e um lugar onde se sintam bem।”
“Tanta criatividade não é bom sinal”, faz coro o historiador Jaime Francisco
de Moura, 42, de Brazilândia (DF). Católico, ele é autor do livro As
diferenças entre a Igreja Católica e igrejas evangélicas e bate pesado:
“Muitas dessas igrejas com nomes fantásticos e chamativos prejudicam o
cristianismo”, radicaliza. Para Moura – que, como muitos católicos e o
próprio papa, insistem em chamar correntes pentecostais de “seitas” –, o
crescimento destas novas denoninações tende a aumentar. “A Palavra de Deus é
sagrada e não pode estar na boca de qualquer indivíduo. É preciso haver
autoridades competentes para proclamar o Evangelho. Muitos acham que são
iluminados pelo Espírito Santo, mas no fundo são movidos pelo erro e pelo
engano”, reclama. Na opinião do historiador, qualquer pessoa que pretenda
assumir um cargo de dirigente espiritual deveria ter, no mínimo, curso de
teologia ou filosofia. Por mais que seja desejável estabelecer critérios
deste tipo, contudo, não se deve esquecer que a história do cristianismo
está cheia de líderes leigos que fizeram um tremendo trabalho espiritual, a
começar pelos próprios discípulos de Jesus – os quais, segundo seus
contemporâneos, eram homens “iletrados e incultos”, mas foi através deles
que a a fé cristã chegou até nós. Isso sem falar na explosão evangélica
verificada no Brasil na segunda metade do século 20, protagonizada, quase
sempre, por pastores sem qualquer formação teológica. E não é apenas no
protestantismo que o laicato tem destaque. Nas comunidades eclesiais de
base, berço da renovação do catolicismo durante os anos 60 e 70,
destacavam-se os líderes leigos.
Revelação de Deus – Na outra ponta, pastores que dirigem comunidades que
poderiam entrar em qualquer levantamento sobre denominações curiosas,
demonstram não apenas convicção espiritual, como também, muita consciência
de seu papel. Caso do pastor José Basílio dos Reis, 55 anos, responsável
pela Igreja Assembléia dos Primogênitos, de São Paulo. Ele explica que a
denominação surgiu devido a uma revelação divina, e admite que ter um nome
diferente atrai algumas pessoas para a congregação. “Muitos chegam movidos
pela curiosidade, e acabam tendo um encontro com Cristo”, salienta. Contudo,
o pastor exorta que, antes de se filiar a qualquer igreja, é fundamental que
o aspirante a membro observe suas normas, conheça os líderes e, acima de
tudo, peça a orientação do Senhor. “Hoje, há muita gente criando igrejas
apenas para arrecadar dinheiro. Isso é um escândalo”, indigna-se.
Para o pastor Mizael Lima de Souza, presidente da Igreja Universal
Assembléia dos Santos, com sede em São Paulo, mais importante do que o nome
é a valorização do Evangelho e uma conduta justa e transparente que possa
dar exemplo à sociedade. “Quando vamos evangelizar, muita gente pergunta se
nossa igreja é uma mistura da Universal [do Reino de Deus] com a Assembléia
[de Deus], e eu explico que não”, diz ele. O pastor conta que o nome surgiu
de uma revelação divina a uma senhora crente há 45 anos – bem antes,
portanto, do surgimento da Igreja Universal, a do bispo Edir Macedo, fundada
em 1977. “Essa irmã era professora da Escola Bíblica e certo dia foi orar,
pois via que sua igreja não obedecia certos preceitos bíblicos. Então, o
Senhor disse a ela que o seguisse, pois iria usá-la para levantar uma obra à
semelhança da Igreja Primitiva”. Mizael explica que o nome de sua
denoninação é baseado nas passagens bíblicas de Hebreus 12:22 e Salmo 89:5.
“Mas o que caracteriza mesmo a Igreja do Senhor é se ela tem ou não
compromisso com Deus”, conclui. (Colaboraram Marcelo Santos e Marcos
Stefano)

Curiosos e criativos

Algumas igrejas e comunidades evangélicas têm nomes que misturam citações
bíblicas, fervor espiritual e uma boa dose de criatividade. Confira:

Igreja da Água Abençoada
Igreja Adventista da Sétima Reforma Divina
Igreja da Bênção Mundial Fogo de Poder
Congregação Anti-Blasfêmias
Igreja Chave do Éden
Igreja Evangélica de Abominação à Vida Torta
Igreja Batista Incêndio de Bênçãos
Igreja Batista Ô Glória!
Congregação Passo para o Futuro
Igreja Explosão da Fé
Igreja Pedra Viva
Comunidade do Coração Reciclado
Igreja Evangélica Missão Celestial Pentecostal
Cruzada de Emoções
Igreja C.R.B. (Cortina Repleta de Bênçãos)
Congregação Plena Paz Amando a Todos
Igreja A Fé de Gideão
Igreja Aceita a Jesus
Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém
Igreja Evangélica Pentecostal Labareda de Fogo
Congregação J. A. T. (Jesus Ama a Todos)
Igreja Barco da Salvação
Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo
Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação
Comunidade Arqueiros de Cristo
Igreja Automotiva do Fogo Sagrado
Igreja Batista A Paz do Senhor e Anti-Globo
Assembléia de Deus do Pai, do Filho e do Espírito Santo
Igreja Palma da Mão de Cristo
Igreja Menina dos Olhos de Deus
Igreja Pentecostal Vale de Bênçãos
Associação Evangélica Fiel Até Debaixo D’Água
Igreja Batista Ponte para o Céu
Igreja Pentecostal do Fogo Azul
Comunidade Evangélica Shalom Adonai, Cristo!
Igreja da Cruz Erguida para o Bem das Almas
Cruzada Evangélica do Pastor Waldevino Coelho, a Sumidade
Igreja Filho do Varão
Igreja da Oração Eficiente
Igreja da Pomba Branca
Igreja Socorista Evangélica
Igreja ‘A’ de Amor
Cruzada do Poder Pleno e Misterioso
Igreja do Amor Maior que Outra Força
Igreja Dekanthalabassi
Igreja dos Bons Artifícios
Igreja Cristo é Show
Igreja dos Habitantes de Dabir
Igreja ‘Eu Sou a Porta’
Cruzada Evangélica do Ministério de Jeová, Deus do Fogo
Igreja da Bênção Mundial
Igreja das Sete Trombetas do Apocalipse
Igreja Pentecostal do Pastor Sassá
Igreja Sinais e Prodígios
Igreja de Deus da Profecia no Brasil e América do Sul
Igreja do Manto Branco
Igreja Caverna de Adulão
Igreja Este Brasil é Adventista
Igreja E.T.Q.B (Eu Também Quero a Bênção)
Igreja Evangélica Florzinha de Jesus
Igreja Cenáculo de Oração Jesus Está Voltando
Ministério Eis-me Aqui
Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia
Igreja Evangélica A Última Trombeta Soará
Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos
Igreja Evangélica Facho de Luz
Igreja Batista Renovada Lugar Forte
Igreja Atual dos Últimos Dias
Igreja Jesus Está Voltando, Prepara-te
Ministério Apascenta as Minhas Ovelhas
Igreja Evangélica Bola de Neve
Igreja Evangélica Adão é o Homem
Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado
Ministério Maravilhas de Deus
Igreja Evangélica Fonte de Milagres
Comunidade Porta das Ovelhas
Igreja Pentecostal Jesus Vem, Você Fica
Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo
Igreja Evangélica Luz no Escuro
Igreja Evangélica O Senhor Vem no Fim
Igreja Pentecostal Planeta Cristo
Igreja Evangélica dos Hinos Maravilhosos
Igreja Evangélica Pentecostal da Bênção Ininterrupta

Luciana Mazzarelli e Carlos Fernandes

Marcos Cristian
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